Para cada passo que você dá errado, dois outros passos, pelo menos, serão dados para retornar ao caminho certo!
Os criminosos em São Paulo tiraram vidas inocentes durante os ataques que aterrorizaram a cidade. A polícia, em resposta, vitimou ainda mais inocentes para mostrar quem é que manda!
terça-feira, 30 de maio de 2006
OUVIDOS
sábado, 27 de maio de 2006
VERTIGO
Agora sei, o filme é uma bosta! Neo Reeves não é nem nunca será Constantine.
Procurem ler as histórias da série Vertigo!
Constantine é HELLBLAZER, um londrino, loiro, canastrão e sujo!
O filme errou muito tentando adaptar a HQ...
Conselhos...
Nunca lamente, filho. Arrependimento não vale merda nenhuma!
segunda-feira, 22 de maio de 2006
quarta-feira, 10 de maio de 2006
Visão do futuro...
Ria de quem não confiar em você.
Quando todo mundo seguir esses preceitos teremos uma população toda de sorridentes de confiança!
sábado, 6 de maio de 2006
Pequenas Coisas (sonho)
Agora é tarde para saber como fui levado a conhecer aquela mulher, mas eu a havia convidado para ir comigo a um luau na casa um camarada, frente à minha. As horas se passavam e apenas o jardineiro trabalhava na copa da árvore na varanda e algumas crianças riam desafiantes e medrosas para nossa casa. Amaldiçoados. Monstros sem coração. Desumanos. Ele vai te tirar os órgãos para comer, vai te manter vivo o máximo que puder. Ouvi dizer que uma vez um cara continuou vivo até a hora de entrar na fornalha. Crianças! Abomino o que passa em suas cabeças. E toda sua criação nervosa primitiva perturbada reverbera quando crescemos. O pai não gosta que subam em suas árvores. Acha que é o gato da vizinha e atira. Cai o jardineiro. Nem remorso nos olhos de um, nem surpresa nos de outro.
E aquela mulher não vem. Decidido a ir ao seu encontro. Não sei onde mora; subo a rua e viro a primeira à esquerda. Ando poucas quadras até achá-la na portaria de um condomínio um tanto vistoso. Oi, lembra-se de mim? Claro, desculpa a demora, é que...
Virando a esquina em retorno, Daiane desce também a rua. A mesma garota que aprendi a odiar durante anos. Dirigiu-se à minha casa e retardei nossos passos, seguindo para o outro lado da rua. A mulher percebe a conduta de fuga. Não se interessa nos motivos. Talvez não se interesse por nada. Seja bela e cale a boca. A vida é pura repetição de erros! E os erros foram cometidos logo na infância; de resto, mudam apenas os atores e os cenários, a tragédia é a mesma.
Non-grata, aplaudiu meu portão, falou com a mãe, parecia destinada àquelas palavras; não podia ouvir, sentia. Entramos na casa do outro lado da rua. Continuei a cuidar os movimentos em minha casa. A mãe aponta este lado. Ele disse que estaria logo ali. Maldito momento quando parei de mentir. Abracei a mulher; deixei aperceber-se de que eu sabia que atravessa a rua; abracei e a mantive em meus braços quando Daiane me beijou o rosto. Preciso muito falar com você, tem tanta coisa que você precisa ouvir de mim... Estava deliciosamente bem vestida, dentro de uma elegância jamais vista e por mim jamais esperada em seu corpo.
Não há mais nada que possa me dizer. Mas... por favor, ouve!... Dei-lhe as costas. Surpreendi a mulher com um beijo. Não imagino o que a garota tivesse a me dizer, mas esperava que aquele beijo lhe servisse de resposta, ponto final em tudo aquilo. Novamente sem ver pude sentir uma lágrima em seu rosto. Pequenas coisas me fazem tão feliz!
terça-feira, 2 de maio de 2006
FALA RÁPIDO, FALA RÁPIDO!
quinta-feira, 27 de abril de 2006
quinta-feira, 13 de abril de 2006
NÃO MATARÁS!, A MENOS QUE...
Pessoalmente, creio que qualquer discussão sobre a ética da eutanásia voluntária deva considerar a seguinte questão: quando pode ser certo matar um ser humano inocente?; e a visão de que isso nunca será certo ganha os mais fortes argumentos das doutrinas religiosas que clamam que apenas os humanos são a imagem de Deus, ou que apenas os humanos têm alma imortal, ou que Deus nos tenha dado o domínio sobre os animais (o que significa que podemos matá-los quando quisermos?) e reservado a si mesmo o domínio sobre os seres humanos. Rejeite essas idéias, e fica difícil pensar em qualquer argumento moral relevante que separe seres humanos com graves e irreversíveis danos cerebrais, ou outra incapacidade intelectual maior, de animais não-humanos num nível mental semelhante.
Por quê motivos o fato de um indivíduo ser membro de nossa espécie, isso, torna pior matá-lo do que é matar um membro de outras espécies, se ambos os indivíduos tiverem habilidades intelectuais similares, ou pior, se o não-humano tiver habilidades ainda superiores?
Então, vamos começar de novo, sem os preconceitos impostos pelos ensinamentos milenares das religiões, e perguntar: o que faz ser errado matar um ser? Uma possível resposta é: qualquer bem que a vida esteja a reservar para qualquer indivíduo, matar acaba com isso. Se a felicidade é um bem, como hedonistas clássicos defendem, então matar é mau, porque quando alguém está morto, já não é mais feliz. Ou se for a satisfação dos desejos o bem, outros diriam que matar é mau porque, quando a pessoa morre, seus desejos não podem mais ser satisfeitos. E essas idéias delimitam a si mesmas. Primeiro, se o futuro do sujeito lhe reservasse mais elementos negativos que positivos (p.ex.: mais tristeza que alegria, mais desconforto que satisfação) então temos aí uma razão para que a morte seja preferida à vida. Isso é relevante, claro, para a questão da eutanásia. Mas quem pode decidir quando a vida de alguém contém mais características positivas ou negativas?
Sabemos que as pessoas são, em última hipótese, os melhores juízes e protetores de seus próprios interesses. Então nós estamos lidando com seres que são capazes de receber uma informação, refletir e escolher! Portanto, aqui está o ponto onde a habilidade intelectual é relevante. Se os indivíduos são capazes de fazer escolhas, nós deveríamos permitir que cada um decidisse quando ou não suas vidas valem a pena serem vividas. Se não forem capazes de fazer tais escolhas, então alguém deve tomar a decisão por eles.
Na ocasião deste texto, gostaria de me focalizar apenas na eutanásia voluntária e no suicídio assistido, e não me entregar a detalhes referentes a decisões de vida e morte daqueles que não são capazes de escolher. De qualquer forma, na falta de escolha, a decisão deve sempre ser ‘pela vida’ (assim como aqueles que queriam que Terri Schiavo continuasse viva pareciam acreditar). Vale questionar se eles realmente preferem perseverar no uso de toda e qualquer razão e meio para viver e prolongar essa vida até o último minuto possível. Muito poucos realmente querem isso, mesmo para si mesmos ou para aqueles que amam. Por outro lado, permitir que uma vida termine mais cedo do que deveria, essas atitudes de ‘defesa da vida’ estão, efetivamente, decidindo por aqueles que não podem escolher, e eles estão decidindo contra a vida, não a favor dela!
Se uma pessoa com as capacidades de julgamento chegar à conclusão que seu futuro é tão terrível que seria melhor morrer que continuar vivendo, o senso comum contra sua morte é invertido ao oposto, concedendo uma razão para aceitar o pedido da pessoa.
Outras questões coerentes seriam: como devemos tratar de alguém cujo cérebro esteja morto, mas cujo corpo esteja ainda quente e respirando? Um feto é o tipo de ser que devemos nos esforçar para preservar? Se for, esses esforços devem independer de seus custos? Devemos apenas ignorar que ele viva e possa ser salvo com os recursos médicos devidos? Ou fazer valer os esforços para preservar o feto somente quanto estiver claro que os pais o desejam? Ou os esforços devem valer simplesmente porque o feto tem o direito de viver?
Se o caráter único, enquanto material genético e, conseqüentemente, potencialidade de vida, de um embrião humano for motivo suficiente para tornar errado destruí-lo, então não há motivo aparente que não permita retirar seu material genético e destruir o corpo do feto, pois que seu potencial genético único seria preservado. Por esse raciocínio, uma mulher que engravidar inesperadamente poderia realizar um aborto, desde que preservasse ao menos uma célula-tronco do feto para garantir a preservação do potencial genético. Isso acabaria com a opinião daqueles que dizem que aquele ser poderia se tornar o próximo Beethoven ou Einstein. De qualquer forma, por qual motivo uma mãe escolheria retomar a vida de um filho a partir de uma célula, apenas por ser um material genético único, ao invés de escolher métodos convencionais e gerar outro bebê?
Talvez a discussão sobre aborto e eutanásia deva considerar alguns elementos básicos, por exemplo: - reconhecer que o valor da vida humana varia; - assumir a responsabilidade pelas conseqüências de nossas decisões (objetivando o cuidado pela vida); - respeitar o desejo de uma pessoa de viver ou morrer; - trazer crianças ao mundo apenas quando elas forem desejadas; e por último, não discriminar as espécies.
Como cães e gatos?
Enfim, já os gatos eu sei que não estão nem aí.
sexta-feira, 7 de abril de 2006
Sobre literatura...?
...
parafraseando um escritor durante uma entrevista, não lembro quem era...
terça-feira, 28 de março de 2006
ÉTICA
Lembrando Aristóteles, isso é o ‘modo de ser’, ou seja, ÉTICA; e diz respeito ao modo como a pessoa organiza sua vida pessoal, social, e profissional.
Um bom ‘modo de ser’, tal como vejo, é a busca por uma qualidade nos relacionamentos, de forma que os envolvidos sintam-se seguros com a vida em grupo. Em outras palavras, seria uma garantia de construção de sociedade baseada no respeito mútuo e pelas leis, contratos e compromissos.
Do momento em que essa qualidade é alcançada em diante, por si própria passa a reger de modo natural o relacionamento. Por outro lado, é algo extremamente sensível perante a fragilidade de caráter dos humanos, que podem ter, e agir por, razões adversas.
Dizem que a vingança é um ato de prazer.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2005
HATE YOURSELF WITH STYLE
Alguns dias atrás, passeando pelas comunidades do Orkut, entrei na comunidade da banda sueca Clawfinger e, para minha surpresa, havia um link com o último álbum da banda (Hate Yourself With Style), recém-lançado, para download – apesar de estar em russo e nem sempre acessível. Antes, preciso dizer que CLAWFINGER está entre as bandas sem as quais não sou feliz! Eu simplesmente Preciso ouvir CLAWFINGER com freqüência!Engraçado como a banda que, em 1993, afirmou, em seu primeiro álbum, não usarem guitarras pra valer, agora parece ter preferido um som mais orgânico e vivo que qualquer coisa que a banda tenha feito. Músicas bem cruas e básicas, menos cheias de efeitos industriais de teclado e remixes.
O que mais me intrigou foi encontrar no meio do disco aquela explosão punk de raiva e velocidade que mais se parece com alguma criação do Faith no More antigo, a faixa “What We’ve Got Is What You’re Getting”
Porém, “Hate Yourself With Style” não é o abandono dos seis álbuns anteriores do Clawfinger. Eles ainda são pesados, ainda têm a sólida agressividade e soam distintos como... bem, Clawfinger! A voz característica de Zak – o vocal será sempre o maior diferencial da banda - e seu jeito engraçado de lidar com grandes e problemáticos temas atuais têm muito a ver com esse som distinto, é claro!
Quanto às letras, eles não mudaram. Ainda escrevem da mesma forma, apesar de que agora eles estão com um conceito mais agressivo: o álbum inteiro é sobre Ódio. Basta uma olhada no título de algumas faixas: “The faggot in you” (a bicha em você), faixa que, de certo modo, convida quem a ouve a encontrar o homossexual dentro de si, pisando forte no calo do preconceito; “Hate Yourself With Style” (odeie-se com estilo); “Hypocrite” (hipócrita); “God is Dead” (deus está morto); “Dirty Lies” (mentiras sujas); e “Sick Of Myself” (nojo de mim mesmo) – que lembra bastante Fear Factory.
Letras que confundem, agridem e provocam; some a isso aquele tempero de banda veterana e temos aqui um álbum de agressão e profundidade.
“Hate Yourself With Style” apenas enfatiza que a banda está muito viva e que eles mantiveram seu estilo próprio sem permanecerem afundados no pântano da criatividade. Um álbum agradável e interessante, claro, se não houver expectativa de algo mais do que ele realmente é.
Posso garantir que não é apenas para velhos fãs da banda. Vale a pena conferir.
* INOVAÇÃO NO BLOG *
quarta-feira, 30 de novembro de 2005
Vigília
Estou há 1 dia e meio acordado. Não sei se estou organizando com clareza minhas idéias. Melhor terminar o post e publicar.
terça-feira, 29 de novembro de 2005
Angústia...
O que acontece quando procuramos por "angústia" no Yahoo? Não sabe? Pois eu digo! Seguinte: somos informados que podemos ter atendimento "pasicológico" de ex-alunos da PUC-SP, a preços promocionais! Que pelo BondFaro economizamos tempo e dinheiro, pois é rápido, fácil e gratuito! e que no Mercado Livre tem Angústia a ótimos preços e em enorme variedade!Nave da Palavra é um ótimo site! Depois da palhaçada, fica a dica. - O que acontece quando registramos o que acontece?
sábado, 12 de novembro de 2005
Sampaulo

Gostaria de pedir desculpa por minha prolongada ausência. Estou em São Paulo há alguns dias e dependendo de lan houses para tudo, estou enlouquecendo sem meu computador! ¬¬
